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7 alimentos que são parecidos com os órgãos que eles “curam”




Sem dúvida alguma você já escutou a expressão que diz que você é exatamente aquilo que você come. E tudo bem que a gente não se parece tanto assim com coxinha, hambúrguer e pizza. Mas não podemos menosprezar a verdade dessa frase.
Hoje por outro lado, nós iremos descobrir um outro lado dessa verdade. Afinal, você sabia que uma grande parte dos alimentos que possuem nutrientes benignos para órgãos específicos do seu corpo, possuem também caracteristicas anatômicas e físicas semelhantes a eles?
Fato este que pode ser especialmente bom, visto que temos dificuldades de memorizar e compreender como funciona a nutrição e as vitaminas que são essenciais para a nossa saúde.
Por isso a próxima vez que você for ao supermercado, lembre-se dessas dicas, e escolha diretamente aquilo que o seu corpo mais precisa! Confira:

1- Nozes fazem bem para o funcionamento do seu cérebro

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As nozes de fato se assemelham com um pequeno cérebro, agora o que você talvez não sabia, é que esse alimento literalmente nutri e melhora o desempenho do seu cérebro.
As nozes são ricas em ácidos graxos essenciais, ômega 3, fibras, antioxidantes, vitaminas e minerais. Ou seja, é um alimento bastante completo quando o assunto é a sua saúde nutritiva e cerebral.

2- Cenouras realmente são uma excelente fonte de nutrientes para a sua visão

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Você já deve ter escutado por aí, que as cenouras ajudam no desempenho e manutenção da visão, e não é que é verdade!
A anatomia da cenoura quando cortada em rodelas é surpreendentemente parecida com a anatomia dos olhos, pupilas e íris.
Esse alimento é rico em vitamina A, que contribui para a produção de pigmentos que são necessários para o funcionamento da sua retina que tem que tolerar a luz, além disso ela também previne a cegueira e a degeneração muscular do olho.
Por outro lado, é indicado o consumo de no máximo 250g diárias desse alimento, uma vez que a pigmentação da cenoura pode se acumular em seu organismo, resultando em uma espécie de intoxicação.

3-  Tomates fazem bem ao seu coração

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Vamos combinar, um tomate bem vermelhinho, delicado e cheio de cavidades não se parece e muito com um coração? Pois bem, essa fruta é rica em ácidos e licopeno, que é antioxidante capaz de regular as gorduras do sangue.
Isso significa dizer, que o tomate tem propriedades que ajudam a prevenir o envelhecimento precoce das células. Por esse motivo, é bastante comum os médicos adicionarem esse alimento a dieta de pacientes em tratamento contra o câncer.
Como o tomate regula as gorduras do nosso sangue, ele acaba realizando um grande favor aos nossos corações… Fofo, não?

4- O feijão é um excelente amigo dos seus rins

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Que eles se parecem a gente já sabe, mas você sabia, que o feijão acaba ajudando e muito os seus rins, pelo fato de contribuir para uma boa e facilitada digestão?
Bem, quem gosta de feijão sabe, que esse alimento fica pouco tempo em nosso estomago e já está preparado para ir embora, por esse motivo, comer feijão juntamente com outros alimentos de difícil digestão, ajuda o seu rim a fazer a filtragem dos nutrientes de seu sangue com uma maior facilidade.

5- O gengibre e o seu estômago vivem um caso de amor eterno

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Você até podia não se lembrar dele quando os problemas de estomago surgiam, mas saiba que a raiz do gengibre, que é nativa da Ásia, é rica em óleos essenciais, ácidos orgânicos e antibacterianos que ajudam a regular a flora intestinal, contribuindo para a resolução de náuseas, úlceras, irritações estomacais e até mesmo o inchaço nessa região.

6- O Abacate contribui positivamente para os seus ovários

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O abacate pertence ao grupo de alimentos gordurosos, porém saudáveis, e é rico em ácido fólico, vitamina A, E e B-6. A vitamina B-6 em especial, é bastante utilizada para regular a dor menstrual e ajudar no tratamento de ovários policísticos.

7- Aipo e seus ossos

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A relação entre o aipo e os ossos de nosso corpo, vão muito além da aparência semelhante de ambos. Para termos ossos saudáveis precisamos manter os níveis de cálcio e silício perfeitos em nosso organismo, e é por esse motivo que principalmente quando estamos em fase de crescimento, precisamos usar e abusar do aipo, que aqui no Brasil, não é um alimento dos mais populares.
Vegetais verdes, como o aipo são ricos nesses dois elementos essenciais que mencionamos, e acaba intervindo na síntese de colágeno, oferecendo mais  saúde as suas articulações e força para os seus ossos.

Medicamento consegue melhorar vida de pacientes com câncer de fígado




 Um teste feito em 152 hospitais de 21 países com 573 pacientes demonstrou que um fármaco aumenta em 38% a taxa de sobrevida de pacientes com câncer de fígado quando outras alternativas falham.
O resultado da pesquisa, coordenada pelo chefe da Unidade de Oncologia Hepática do Hospital Clínic-Idibaps, Jordi Bruix, e publicado na edição desta quarta-feira da revista "The Lancet", demonstrou que o Regorafenib aumenta o prolongamento da vida de pacientes com carcinoma hepatocelular (CHC) quando a doença progride e não restam alternativas terapêuticas. Segundo Bruix, este é o único medicamento que apresentou resultados positivos para este tipo de câncer nos últimos 10 anos.
O médico explicou que o carcinoma hepatocelular é a forma mais comum de câncer de fígado e representa de 70% a 85% dos tumores hepáticos malignos. É o sexto tipo de câncer mais frequente no mundo. Anualmente, 780 mil novos casos são diagnosticados por ano e essa é a terceira causa de morte por câncer.
De acordo com o oncologista, atualmente só existe uma opção de tratamento sistêmico aprovado para pacientes com CHC, o Sorafenib, mas quando este fármaco não é efetivo e a doença progride não há opções de tratamento eficaz testado para os pacientes com esta doença.
No estudo, os 573 pacientes foram divididos aleatoriamente em dois grupos: 379 foram tratados com Regorafenib, além do melhor tratamento de apoio disponível, e 194 receberam placebo, além do mesmo tratamento de apoio. Os resultados demonstraram que o tratamento atrasa o avanço do câncer, com uma redução de 38% do risco de morte durante o período do estudo. Além disso, segundo Bruix, o medicamento é seguro e bem tolerado (apenas 10% dos pacientes tiveram intolerância ao tratamento).
"Nos 10 últimos anos, nenhum outro fármaco superou o Sorafenib como tratamento de primeira linha e nenhum outro obteve resultados positivos como tratamento de segunda linha frente a placebo. Portanto, os resultados observados com o Regorafenib representam um avanço muito relevante para os pacientes e oferecem uma opção terapêutica adicional", resumiu Bruix.
fonte:saude.terra.com.br

7 tratamentos desnecessários e como reconhecê-los



O avanço da Medicina trouxe inúmeras opções terapêuticas para variados problemas. Mas nem sempre elas são proveitosas ou bem aplicadas. Tanto que, em 2012, a fundação American Board of Internal Medicine (ABIM), dos Estados Unidos, lançou a campanha Choosing Wisely (“escolhendo sabiamente”, em tradução livre). Conduzida por médicos de diversas áreas, ela tem como objetivo levar ao público informações que evitem exames, tratamentos e procedimentos desnecessários. A ideia é diminuir o uso de técnicas que, em certos quadros, não conferem benefícios para a saúde ou que chegam a trazer prejuízos. Em outubro de 2016, o Reino Unido abraçou a causa e lançou uma lista com as suas próprias recomendações. Separamos desse manual sete situações em que táticas amplamente prescritas por especialistas seriam dispensáveis. E, claro, conversamos com profissionais brasileiros para ponderar essas recomendações. Confira:
Leia também: 5 perguntas que todo mundo precisa fazer ao médico
 
1) Dor nas costas
Ela vai atingir cerca de 80% das pessoas em algum momento da vida. Mas, na maioria dos casos, não exige qualquer intervenção. Sim, o tempo é o melhor remédio para os quadros leves, segundo os levantamentos. Caso o desconforto não venha seguido de complicações sérias, ou não seja intenso a ponto de atrapalhar a rotina, também se deve evitar ao máximo a realização de exames de raio x, por exemplo. Isso porque provavelmente o teste não acusará nenhuma encrenca — e você estará expondo seu organismo a doses de radiação. Uma boa conversa com o profissional de saúde certamente ajudará a definir o caminho adequado para você.
Sinais de alerta
Na maioria das vezes, as dores vem de pequenas lesões que não preocupam tanto. Mas elas podem, sim, ser consequência de transtornos graves, a exemplo de câncer. Como então saber se o tormento na lombar não indica uma doença séria? Fique atento se ele é constante, crescente e não some mesmo depois de seis semanas. Desconfie também quando o incômodo vier acompanhado de deformidades, perda de peso, limitação persistente de movimento, déficit neurológico ou febre. Usuários de drogas ou de corticoides merecem uma investigação pormenorizada, assim como pessoas infectadas com HIV ou com histórico de tumores malignos. Na dúvida, fale com seu médico de confiança.

2) Cortes e arranhões
Estudos demonstram que a água potável da torneira, desde que seja de boa qualidade, é tão efetiva para lavar e limpar esses machucados quanto as soluções salinas compradas em farmácias. Essa higienização obviamente não dispensa o uso de curativos.

 
3) Menopausa
Depois dos 45 anos, geralmente não é mandatório fazer um exame de sangue para detectar a entrada nessa fase. Aí basta confiar em sinais clínicos, como ondas de calor, suores e ausência de menstruação, para tomar eventuais medidas. O fundamental é não recorrer a quaisquer remédios para aliviar esses sintomas sem o aval de um especialista.
 
4) Quimioterapia paliativa
Segundo os especialistas da Choosing Wisely do Reino Unido, o uso dos quimioterápicos em um estágio avançado do câncer acarreta mais prejuízos do que benefícios. Isso porque a medida dificilmente gerará uma resposta positiva significativa se outras químios ou terapias já falharam. Eles lembram que esse tratamento é tóxico, o que abalaria o bem-estar e prejudicaria o funcionamento do corpo nos últimos dias de vida — sem contar que criaria falsas expectativas.
Mas esse ponto de vista é controverso. Segundo Carolina Fittipaldi Pessôa, médica do Serviço de Oncologia Clínica do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a quimioterapia paliativa pode sim, oferecer maior qualidade e até tempo de vida. “Pacientes com diagnóstico de câncer que apresentem condições adequadas para receber esse tratamento podem ganhar sobrevida, um maior controle da doença e uma diminuição dos sintomas”, rebate. A especialista defende que alguns tumores continuam a responder a outros tipos de intervenções mesmo se a primeira linha de terapia não foi bem sucedida. A recomendação, então, consiste em estabelecer um diálogo franco para que o oncologista possa avaliar o paciente individualmente e, baseado em seu conhecimento técnico, oferecer o melhor tratamento. “Isso, sim, evita a adoção de medidas fúteis que apenas prolongam o sofrimento”, afirma.
 
5) Bronquiolite
Ela é uma infecção com inchaço e acúmulo de muco nos bronquíolos, estrutura dos pulmões, ocasionada por algum vírus. E é bastante comum, afetando principalmente bebês com menos de 2 anos. A questão é que essa condição quase nunca precisa de tratamento medicamentoso, até porque não existem drogas que combatem a encrenca em si e o próprio organismo do pequeno consegue enfrentar o agente infeccioso. Mas atenção: isso não significa que a enfermidade dispensa o olhar de um médico. “O especialista vai avaliar o curso da doença para tratar os sintomas e verificar se a bronquiolite não pode evoluir para algo mais grave, apesar de raramente isso acontecer”, comenta a pneumologista Beatriz Barbisan, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ela explica que, atualmente, o preconizado é evitar ao máximo os exames de raio x, que expõem a criança à radiação e eventualmente confundem o diagnóstico do médico.

6) Fraturas nas mãos e nos pés 
Acredite se quiser, elas raramente necessitam de gesso. Para impedir a movimentação desses membros, talas e imobilizadores já dão conta do recado. “Mas, nas mãos, comumente necessita-se de cirurgia para tratar o problema”, comenta o ortopedista Fernando Baldy dos Reis, chefe da Disciplina de Traumatologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp. O mais importante é entender que cada fratura oferece suas particularidades. Elas começam pelo osso afetado e terminam na extensão — o comprometimento de ligamentos também exige uma análise criteriosa. Daí porque passar no médico antes de já sair enfaixando a região machucada.
 
7) Câncer de próstata 
Homens sem histórico familiar ou algum fator de risco para a doença, de acordo com o documento da Choosing Wisely, não devem fazer exames de PSA como rotina para detectá-la. Esse teste de sangue flagra a concentração de uma proteína — a tal PSA —, que costuma ser produzida em larga escala quando um tumor surge na próstata. A questão é que essa avaliação apresenta algumas falhas, entre elas a de acusar um número relativamente alto de falsos positivos (quando o exame diz que há uma doença, mas, na verdade, ela não existe). “Se o rastreamento acha alguma anormalidade, mesmo que erroneamente, realiza-se um ultrassom e uma biópsia”, afirma Arn Migowski, sanitarista e epidemiologista da Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede de Atenção Oncológica, do Inca. “E isso pode causar complicações, como dor persistente, hemorragia e infecção. Fora o estresse de um resultado alterado”, completa.

O PSA ainda enfrenta outro problema: a maioria dos idosos desenvolve um tipo de câncer de próstata que evolui muito lentamente. Em outras palavras, não raro os homens sequer manifestam complicações em vida. Porém, se o rastreamento diagnostica um nódulo, talvez o indivíduo se submeta a um tratamento desnecessário. Nesse sentido, órgãos americanos afirmam que o rastreamento com exame de PSA para tumores de próstata não reduziu a mortalidade da doença entre a população. Migowski sugere que tais avaliações sejam feitas quando surgem sintomas ou o médico identifica um indício suspeito. E julga necessária uma conversa franca entre paciente e médico para avaliar os perigos e a real necessidade de exames preventivos.

fonte:saude.abril.com.br